Neurocirurgia
Especialidade médica dedicada às doenças do sistema nervoso central e periférico, com avaliação individualizada para cada paciente.
Neurocirurgia · Coluna e dor
Aqui, você será ouvido e compreendido. Cuidado especializado para a saúde da coluna e o tratamento da dor, com ciência, empatia e atenção à sua história.
Dra. Adriana Abrão, neurocirurgiã especializada em técnicas endoscópicas e minimamente invasivas.
Goiânia, GO · Atendimento por telemedicina


Conheça a doutora
Neurocirurgia, coluna e dor
Médica neurocirurgiã especializada em cirurgia endoscópica e minimamente invasiva da coluna e em tratamento da dor crônica.
Graduada em Medicina pela PUC-GO, com residência em Neurocirurgia no Hospital Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, e pós-graduação em Dor pelo Hospital Einstein.
Tem ampla experiência em casos complexos de dor, como neuralgia pós-herpética, hérnia de disco, dor lombar, dor cervical, dor pélvica e dores de cabeça de difícil controle.
Seu maior propósito é devolver qualidade de vida e liberdade a quem sofre com dores, por meio de protocolos individualizados e baseados em ciência. Sua atuação reúne uma abordagem multidisciplinar, empatia e inovação.
Conheça sua formaçãoMembro das sociedades
Especialidades
A avaliação especializada é o ponto de partida para compreender o que você sente e definir o tratamento adequado.
Especialidade médica dedicada às doenças do sistema nervoso central e periférico, com avaliação individualizada para cada paciente.
Problemas na coluna são comuns, mas apenas uma pequena parcela dos pacientes precisa de cirurgia. Quando indicada, são utilizadas técnicas endoscópicas e minimamente invasivas.
Dores que persistem por mais de três meses, em qualquer parte do corpo, precisam de avaliação especializada. O tratamento considera o impacto da dor na vida de cada pessoa.
A dor persistente associada ao herpes-zóster pode ser difícil de tratar. O acompanhamento especializado busca aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
A atuação também inclui dor lombar, cervical e pélvica, além de dores de cabeça de difícil controle.
Ver todas as especialidades Converse com a equipeNossa missão
Proporcionar aos pacientes melhor qualidade de vida, oferecendo o tratamento adequado para a sua dor, com técnicas utilizadas nos melhores centros do Brasil e do mundo.
Atuação em doenças da coluna vertebral com técnicas minimamente invasivas, buscando favorecer a recuperação e o retorno às atividades.
Cada paciente é único. Suas experiências, preocupações e sentimentos são considerados em um atendimento personalizado e acolhedor.
Formação em instituições renomadas, especializações e compromisso contínuo com a qualidade, fundamentado nas evidências clínicas.
Nossa visão. Transformar a vida das pessoas através do tratamento da dor, construindo continuamente um ecossistema de excelência e consolidando a posição de referência em neurocirurgia, cirurgia da coluna e tratamento da dor no país.
Empatia. Tratar cada paciente com respeito e compreensão, validando suas experiências e sentimentos.
Inovação. Utilizar técnicas modernas e abordagens minimamente invasivas no tratamento da dor.
Transparência. Comunicação clara sobre diagnósticos, tratamentos, riscos e complicações, sem charlatanismo ou promessas irreais.
Cuidado humanizado. Atendimento personalizado, focado no bem-estar físico e mental dos pacientes.
Excelência. Compromisso contínuo com a qualidade dos tratamentos oferecidos.
Depoimentos
Relatos de pacientes sobre o atendimento da Dra. Adriana Abrão.
★★★★★
“Foi fundamental pra minha qualidade de vida, estava sentindo muita dor na coluna, Dra. Adriana me sugeriu o bloqueio, foi excelente o resultado.
Além dela ser uma pessoa extremamente atenciosa e educada. Obrigada”
★★★★★
“A Dr adriana fez um milagre! Foi a melhor decisão que tomei ao aceitar o tratamento que ela me indicou. O bloqueio foi um alívio pra mim e melhorou muito a minha qualidade de vida! Super indico a todas as pessoas que estão com muitas dores da coluna ! Eternamente grata 🙏🏻”


Consulta online
A Dra. Adriana oferece atendimento online por telemedicina. Essa modalidade permite realizar consultas, solicitar e avaliar exames e manter o acompanhamento, sem a necessidade de deslocamento ao consultório em todas as ocasiões.
É uma prática regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina.
Atendimento a pacientes em mais de 10 estados do país.
Informações sobre telemedicinaEntrevistas e participações
Entrevistas e participações da Dra. Adriana Abrão sobre saúde, pesquisa e tratamento da dor.

Entrevista sobre o tema.
Artigos
Conteúdos da Dra. Adriana Abrão sobre coluna, dor e qualidade de vida.
Entenda os diferentes tipos de dor e a importância de uma avaliação individualizada.
Atividade física, movimento e cuidados cotidianos para a região lombar.
Perguntas frequentes
Respostas diretas sobre agendamento, cirurgia da coluna, dor crônica, neuralgia pós-herpética e telemedicina.
Consulta e agendamento
Sim, em parte. A Dra. Adriana atende por Cassi, Bradesco Saúde, Saúde Caixa e SAMP, além do atendimento particular. Não há atendimento pela Unimed.
Algumas condições são avaliadas apenas em consulta particular, entre elas herpes-zóster e neuralgia pós-herpética, dor de cabeça e enxaqueca, dor pélvica crônica, dor por endometriose, vulvodínia, prostatodínia e polineuropatia. Na dúvida sobre o seu caso, fale com a equipe antes de agendar: em um minuto de conversa a gente confirma a cobertura.
A consulta particular dura cerca de uma hora — tempo pensado para ouvir a sua história inteira, não apenas o resumo dela. A conversa vem primeiro: quando a dor começou, o que melhora, o que piora, como está o seu sono e o que a dor tirou do seu dia a dia.
Depois vêm o exame físico e a leitura dos seus exames de imagem. É dessa soma que sai o plano de tratamento, e não do laudo isolado. A consulta particular em horário comercial já inclui um retorno em até 30 dias.
Leve, sim — de preferência as imagens completas, e não só o laudo. Ressonância, tomografia e raio-X em CD, pendrive ou link do laboratório ajudam muito mais do que a folha impressa.
Leve também a lista dos medicamentos que você usa e relatórios de tratamentos anteriores, se houver. Se não tiver nenhum exame, venha assim mesmo: parte do trabalho é justamente decidir qual exame faz sentido pedir.
O foco é coluna e dor: hérnia de disco, dor ciática, estenose de canal, espondilolistese, artrose da coluna, dor lombar e cervical crônica, fratura de coluna, dor neuropática, neuralgia do trigêmeo, neuralgia pós-herpética, dor pélvica crônica, dor por endometriose, polineuropatia e enxaqueca, entre outras.
Não são atendidos quadros fora dessa área, como fibromialgia, depressão, ansiedade, TDAH, autismo, Alzheimer, Parkinson e escoliose quando o foco não é a dor. O atendimento é para pessoas a partir de 16 anos. Preferimos dizer isso antes do agendamento a ocupar a sua agenda com uma consulta que não vai te ajudar.
Cirurgia da coluna
Não. Problemas de coluna são muito comuns, mas apenas uma pequena parcela dos pacientes realmente precisa de cirurgia. A maioria melhora com tratamento clínico, reabilitação e, quando indicado, procedimentos guiados por imagem.
A cirurgia entra quando existe indicação real — compressão de nervo com repercussão importante, perda de força, ou dor que não responde ao tratamento bem conduzido. Achar uma hérnia no exame, por si só, não é indicação de operar.
Entenda a hérnia de disco lombarÉ uma técnica em que a cirurgia é feita através de uma incisão de poucos milímetros, com uma óptica que leva a imagem ampliada até o alvo. Em vez de afastar músculos e ligamentos para enxergar, o acesso é feito por entre eles.
Menos agressão aos tecidos costuma significar menos dor no pós-operatório e recuperação mais rápida. Mas a técnica não substitui a indicação: ela é excelente quando existe um alvo bem definido, e não resolve tudo por ser moderna.
Como funciona a cirurgia endoscópicaAs cirurgias são realizadas no Hospital Mater Dei Goiânia e no Hospital Einstein Marista, em Goiânia.
A escolha do hospital para o seu caso é definida na consulta, considerando o procedimento indicado e a sua cobertura.
Depende do procedimento, da sua condição clínica e do que você faz depois da alta. Desconfie de quem der um número exato antes de te examinar.
Nas técnicas minimamente invasivas e endoscópicas a retomada costuma ser mais rápida do que na cirurgia aberta, justamente porque a musculatura é menos agredida. O combinado é sempre um retorno progressivo, com metas acompanhadas nas consultas de revisão.
Dor crônica
Quando persiste por mais de três meses, em qualquer parte do corpo. A partir daí, ela deixa de ser apenas um sintoma de alerta e passa a ser um problema por si só, que merece avaliação especializada.
Dor crônica muda o sono, o humor, o trabalho e a convivência. Por isso o tratamento não olha só para o ponto que dói, mas para o impacto que a dor tem na sua vida.
Artigo: o que é dor crônicaÉ, e é mais comum do que parece. Dor não aparece em exame de imagem. Ressonância mostra estrutura; dor é experiência — e uma coisa não anula a outra.
Exame normal não quer dizer que a dor é inventada. Quer dizer que a explicação está em outro lugar, muitas vezes no funcionamento dos nervos e na forma como o sistema nervoso processa o estímulo. É esse tipo de dor que a avaliação especializada procura identificar.
Mais sobre dor crônicaSão procedimentos em que a medicação é depositada exatamente onde ela precisa agir — junto a um nervo, a uma articulação ou a uma raiz nervosa — com o trajeto da agulha acompanhado em tempo real por ultrassom ou radioscopia.
Eles têm duas funções: aliviar a dor e ajudar a confirmar a origem dela. São procedimentos de baixo risco quando bem indicados e bem executados, mas risco zero não existe em medicina, e os limites de cada técnica são explicados antes na consulta.
Sobre bloqueios e procedimentos guiadosNão. Desgaste na coluna é esperado com o passar dos anos, assim como cabelo branco — mas dor que limita a vida nunca é normal, em nenhuma idade.
Boa parte da prática da Dra. Adriana é justamente devolver autonomia a pessoas idosas que ouviram a vida inteira que não havia mais nada a fazer. Idade não é contraindicação para investigar nem para tratar.
Neuralgia pós-herpética
Porque o vírus do zóster inflama o nervo por onde as lesões apareceram. Quando as feridas na pele cicatrizam, o nervo pode continuar lesionado e seguir enviando sinal de dor — é a neuralgia pós-herpética.
Ela costuma ser descrita como queimação, choque ou uma sensibilidade tão intensa que até o roçar da roupa incomoda. Não é frescura nem sequela inevitável: é uma dor neuropática, com tratamento próprio.
Entenda a neuralgia pós-herpéticaTem. O tratamento combina medicações específicas para dor neuropática — que são diferentes dos analgésicos comuns — com procedimentos guiados por imagem sobre o nervo afetado, quando indicado.
Quanto mais cedo começa, melhor tende a ser a resposta. Esta é uma das áreas de maior experiência da Dra. Adriana, e é também um dos quadros atendidos exclusivamente em consulta particular.
Telemedicina
É uma consulta por vídeo, em horário agendado, regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina. Permite avaliar o seu quadro, revisar exames junto com você, ajustar o tratamento e manter o acompanhamento sem deslocamento.
A Dra. Adriana já atende pacientes em mais de dez estados por essa modalidade. Para uma primeira avaliação com sinal neurológico — perda de força ou dormência progressiva —, o exame físico presencial costuma ser necessário em algum momento.
Sim. Receitas e pedidos de exame emitidos em teleconsulta têm assinatura digital com validade legal e são aceitos em farmácias e laboratórios de todo o país.
Os documentos chegam a você por e-mail ou WhatsApp logo após a consulta.
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