Dor com mais de três meses de duração, de qualquer natureza e em qualquer parte do corpo, é considerada dor crônica. Ela costuma vir acompanhada de cansaço, alteração de sono e desgaste emocional.
Uma comparação que a Dra. Adriana usa: pense na dor como um alarme de incêndio. Na dor aguda, ele soa e, resolvido o problema, silencia. Na dor crônica, o alarme permanece ligado mesmo sem fogo.
Sempre existe algo a se fazer para aliviar a dor de quem tem dor crônica.
Dra. Adriana Abrão
Hoje eu acredito muito mais em um cuidado integrado. O procedimento é apenas uma etapa, não todo o tratamento — o paciente tem papel fundamental na sua própria dor.
Dra. Adriana Abrão
O papel do paciente
Educação em dor é parte do tratamento: conhecer a própria dor e os mecanismos de enfrentamento muda o resultado. Não é possível melhorar a qualidade de vida de alguém com dor crônica enquanto o resto desanda.
Existe uma diferença entre conviver com a dor e se conformar com ela.
Dra. Adriana Abrão
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Conteúdo informativo da Dra. Adriana Abrão. Não substitui avaliação e orientação médica individualizada.
